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Despedida do Fenômeno

Nesta terça-feira (7), o segundo maior artilheiro do mundo (perdendo apenas para Pelé), com 409 gols em 588 partidas, pendurou as chuteiras. Ronaldo Nazário iniciou sua carreira aos 17 anos, no Cruzeiro.
A despedida foi num jogo contra a Romênia, Fenômeno como ficou mundialmente conhecido, vestiu a camisa nove canarinho e jogou apenas os últimos 15 minutos do primeiro tempo, mesmo sem ter feito gol algum, recebeu os aplausos e a vibração da torcida, recebeu a bola da partida e fez, a volta Olímpica, acompanhado dos filhos, Alex e Ronald.
O grande artilheiro se desculpou pelos gols perdidos, diz que sente vontade de continuar, mas que não consegue, que se sente feliz por encerrar a carreira e diz que foi lindo pra caramba. E os torcedores concordam, afinal o mundo inteiro viu.
Voltando ao jogo organizado por Mano Menezes, Nilmar preenche a vaga deixada por Ronaldo, o ataque ganha em velocidade e a torcida continua com a mesma vibração.
Quem parece não ter vibrado muito foi o presidente da CBF, Renato Teixeira que não foi ao jogo de despedida do grande artilheiro. A briga de 2006, depois da vergonha brasileira na Copa do Mundo da Alemanha, Renato Teixeira critica a forma física, juntamente com o Brasil inteiro, afinal até o momento de esclarecimento em relação ao hipotireoidismo, o Fenômeno foi alvo de piadas e chacotas.
Com boas ou más lembranças na carreira o que o mundo não tem dúvida é que Ronaldo Fenômeno encerrou com grande estilo e que fez muito bonito na história do futebol brasileiro.

Por Karol Mascarenhas

09/06/11

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