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Casos de sinusite triplicam no inverno

Por Érica Goulart
16/06/2011

A sinusite possui sintomas de uma gripe ou resfriado.

Segundo especialistas, os casos de sinusite costumam triplicar nessa época do ano. Na verdade, tudo parece conspirar para que isso, sejam as baixas temperaturas, a baixa umidade do ar, as gripes e resfriados.  

Existem três tipos de sinusite: bacteriana, viral e fúngica, sendo a última, mais rara. Cerca de 85% a 90% dos casos estão relacionados com gripes e resfriados. A mais frequente, a viral, é quase um sintoma da gripe e, muitas vezes, passa despercebida. A coriza e a congestão nasal, comuns no resfriado, dão a sensação de desconforto e dor de cabeça, principalmente pela manhã. Mas os sintomas passam com o fim da gripe, desde que a pessoa esteja com a imunidade nomal e tome algumas precauções.

Se passar de dez dias, é sinal de que a inflamação se transformou em uma infecção bacteriana. É o tipo de sinusite que mais leva as pessoas ao médico e que deve ser tratada com medicação e mudanças de comportamento.

O grande problema da sinusite é a secreção (ou coriza) parada. Uma crise de rinite, a poluição ou o ar seco pode fazer com que a mucosa inche ou que a secreção seque, concentrando o muco nos seios da face. Além de tomar mais água, pingar soro fisiológico mantém o nariz úmido e evita os malefícios do ar seco.

Também é preciso deixar o nariz sempre limpo e, se possível, destrancado. Mas não é indicado o uso de descongestionante em gotas, com vasoconstritor. Só em casos pontuais e por, no máximo, dois dias. Se não tratada corretamente, a crise de sinusite aguda pode se tornar crônica e até causar outras complicações, como meningite e inflamações no ouvido.

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